sexta-feira, 30 de abril de 2010

Nesse exato momento estou com um sentimento tão ruim no meu peito que minha vontade é de mi machucar fisicamente só pra esquece isso.... é uma mistura de medo com ciúmes e raiva, três coisas que juntas deixa o ser humano sem atitudes, porque sinto isso???? Eu só quero saber por que, não quero isso e sei q posso consegui, mas no momento isso mi deixa louco....... isso que dar se um ser humano..... tava tão legal o dia, por que isso tinha q acontecer, por que isso tinha que aparece na minha mente....... como isso mi mata, esses sentimentos mi deixar anestesiados fisicamente, parece que meu corpo esta todo dormente....
ORAÇAO .......
Senhor, ensina-nos a orar sem esquecer o trabalho. A dar sem olhar a
quem. A servir sem perguntar até quando. A sofrer sem magoar seja a quem
for. A progredir sem perder a simplicidade.

A semear o bem sem pensar nos resultados. A desculpar sem condições. A marchar para a frente sem contar os obstáculos. A ver sem malícia. A escutar sem corromper os assuntos.

A falar sem ferir. A compreender o próximo sem exigir entendimento. A
respeitar os semelhantes sem reclamar consideração. A dar o melhor de
nós, além da execução do próprio dever sem cobrar taxas de reconhecimento.

Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas próprias dificuldades. Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós.

Auxilia-nos sobretudo a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente àquela de cumprir os desígnios, onde e como queiras,
hoje, agora e sempre.

domingo, 18 de abril de 2010

PERTENCER

Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!
""Clarice Lispector""

sábado, 10 de abril de 2010

എ ഉതിളിഴാകോ ഡാ പ്രേസേ എം രേലകോ യോ അമോര്‍

Para as pessoas em geral, o amor é tão importante que recorrem a tudo ao seu alcance, quando se trata de atingir seus objetivos, conquistando a pessoa que cativou seu coração ou é objeto de sua adoração, já que o amor exagerado tende ao endeusamento da pessoa amada, pondo-a num pedestal onde é adorada.
A graduação do amor parece ser feita de uma escala que nunca chega a um ponto final. Cada pessoa tem a sua forma de amar e de manifestar seu amor. Gostar, querer, amar, adorar, idolatrar e venerar são apenas alguns dos verbos que descrevem essa graduação, que pode chegar a níveis desesperadores, próximos da loucura, quando esse sentimento foge totalmente ao controle.
Mas, ainda chegando ao exagero, o amor continua sendo o amor, matéria prima dos poetas e escritores do mundo todo, dos românticos, dos mágicos, feiticeiros e bruxos, que se dedicam ao assunto para enaltecê-lo, para torná-lo realidade e até para destruí-lo.
Nas simpatias existem milhares e milhares de receitas para todas as necessidades e para todos os fins, levando para os que se amam consolo, solução e resposta para suas dúvidas, ansiedades e sofrimentos. A garantia da felicidade pode estar numa prática simples. Vale a pena tentar.
Cada mulher e cada homem deve aceitar o amor, quando ele surge, como quem o sente pela primeira vez. Se é inexperiente, deve aprender com isso. Se já tem experiência no amor, deve ir buscando novas descobertas e, ao mesmo tempo, cuidando-se para não repetir erros do passado, mas apenas os acertos anteriores. Isso é importante? Sim, porque o verdadeiro amor, a cada dia se renova. Ele não se esgota em si mesmo, mas vive dinamicamente, em constante mutação. Cabe a cada um fazer com que essas melhoras sejam positivas e compensadoras. De outra forma, deixa o amor de existir e de ser fonte de prazer, alegria e felicidade.
Algumas palavras não deveriam existir no vocabulário dos amantes. São elas, por exemplo: pressa, intolerância, desconfiança, desrespeito, mentira, estupidez, agressão e outras. Palavras negativas como essas apenas abreviam a duração de um relacionamento, que poderia se estender indefinidamente, sempre renovado.
O ideal seria que cada casal considerasse o dia como o primeiro dia de suas vidas juntos, tornando-o especial. Nada de se preocupar com o futuro ou com o que a vida pode lhes trazer. Apenas viver o dia presente, como se fosse o primeiro dia de seu amor.
Esta é, com certeza, a maior de todas as simpatias, para aqueles que amam sinceramente.
Consultando o dicionário, descobrimos que oração é uma súplica religiosa ou ma reza. Esta, por sua vez, são palavras que se proferem por crendice ou superstição, para benzer ou afastar o mal. Finalmente, a palavra ensalmo é a maneira de curar com orações e benzeduras.
Superstição ou crendice é o sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes. É a crença em presságios tirados de fatos puramente fortuitos.
Os conceitos de oração, reza e ensalmos são facilmente entendíveis. O de superstição, por seu turno, encerra um pensamento racional, que nega o fantástico, a crença, os presságios e os fatos considerados fortuitos. Seria válida e correta, se você, leitor(a), não tivesse tido em sua vida um presságio que se concretizou. Ou feito uma promessa em que foi atendido(a).
A ciência descobre hoje que a oração desencadeia forças que não podem ser medidas, mas podem ser sentidas pelos resultados manifestados. Isso muda o próprio conceito do dicionário e tudo isso, apenas reforça o que a sabedoria popular conhece há séculos.
Orações, rezas e ensalmos ajudam e são eficazes. Em qualquer situação da vida. Inclusive no amor. Duvida? Experimente!